Como criar uma atividade Moodle com o VPL (Virtual Programming Lab)

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1. Criar atividade.
Estando em um curso no qual tenha o papel “Docente”, ativar a edição, então “clicar” no grande botão azul “Adicionar uma atividade ou recurso”.

Imagem do Moodle com botão para adicionar atividade

Fig. 1. “Clicar” em criar nova atividade/recurso.

2. Escolher o tipo de atividade (precisa estar como “docente avançado”).
Ao “clicar” no botão azul “Adicionar uma atividade ou recurso”, deve aparecer um quadro com o mesmo título (fig. 2).
Se nela não constar a opção VPL (Virtual Programming Lab), como é o caso ilustrado na figura 2., é preciso trocar seu papel para “Docente avançado”.

Imagens das opções de atividade sem aparecer o VPL

Fig. 2. Opções de atividades para um “Docente” (não aparece o VPL).

3. Passando para papel “docente avançado”.
Para trocar seu papel para “docente avançado”, na parte superior direita do Moodle, “clique” sobre seu nome. No quadro que aparece, “clique” sobre a opção “Mudar papel para…” (como na fig. 3).

Trocar perfil/papel

Fig. 3. Entrar na opção de troca de papel (visando “Docente avançado”).

4. Na página de troca de papel, selecionar “docente avançado”.
Basta “clicar” sobre o botão de fundo cinza “Docente avançado”.

Fig. 4. Trocar papel para “Docente avançado”.

5. Criar a atividade (estando no papel “docente avançado”).
Estando no papel “docente avançado”, entre novamente na opção para criação de atividades (passo 2 acima). Note que desta vez a opção VPL aparecerá no quadro (na quinta linha de ícones da fig. 5).

Fig. 5. Escolher o VPL (na imagem, primeiro da linha 5).

6. Definir enunciado e dados básicos da atividade.
Após selecionar o VPL, você será redirecionado à uma página para construção da atividade (fig. 6 abaixo). Ali você deve definir um título (sem coincidir com outra atividade do mesmo curso), deve definir os prazos para a atividade e outros detalhes usuais de qualquer atividade Moodle.

Fig. 6. Definir base do exercício (título, descrição, etc).

Terminada a inserção das configurações, ao final dessa página, “clique” no botão verde (na versão 2026 do eDisciplina) “Salvar e mostrar”.

7. Base da atividade pronta.
Com os dados básicos do item 6, você será redirecionado automaticamente para a página da atividade (semelhante à que o aluno receberá). A figura 8 ilustrar uma atividade para detectar se duas palavras são (ou não) anagramas.

Enunciado de uma atividade VPL: anagrama

Fig. 7. Pronto a base do exercício, definir casos-de-teste e opções de execução.

8. Preparar os casos-de-teste.
Uma vez pronta a configuração inicial, entrar na atividade para preparar os casos-de-teste.
Um caso-de-teste é um arquivo texto, com uma sintaxe simples, o qual será usado para VPL enviar dados (de entrada) para o código do aluno e para comparar suas impressões com as saídas esperadas.
A figura 8 apresenta um exemplos com os primeiros de casos-de-teste de uma atividade para construir um algoritmo que detecta se duas palavras são ou não anagramas.

Fig. 8. Definir os casos-de-teste.

9. Gravar os casos-de-teste.
Uma vez pronto os casos-de-teste para sua atividade, “clicar” no botão para gravar. É o segundo botão (em forma de “disquete”) que aparece na imagem 8.
10. Acertar o tipo de linguagem e outros “detalhes”.
Examinando a figura 7, notamos no canto esquerdo, outras importantes opções de configuração de uma atividade VPL, como a terceira, que define, entre outras coisas, se o aluno deverá ter a sua disposição o botão para rodar e receber nota (opção “avaliar”).
Então “clique” na terceira opção, “Opções de execução”.
Pode deixar as duas primeiras opções inalteradas, mas a terceirara oção pode ser necessário alterar, por exemplo, se deseja que a turma obrigatoriamente desenvolve um código em C, você deve selecionar uma opção correspondente. Na fig. 9, a linguagem C aparece como a quarta opção (na versão 2026 do eDisciplinas/VPL): C: Using GDB or ddd if available.
Então “clicar” no botao verde ao final, “Opções de salvamento”.
Sua atividade estará pronta para sua turma.

Opções de compiladores/linguagem

Fig. 9. Escolha de compilador/linguagem.

PS: Explicação adicional: sobre o formato de um arquivo com casos-de-teste.
C1. Cada caso-de-teste deve começar com “case=” seguido de um nome.
C2. A seguir deve vir “input=” seguido das entradas que será envidas para o código a ser testado (aluno).
C3. A seguir deve vir “output=” seguido das saídas esperadas (a partir das entradas do caso).
Por exemplo, um primeiro caso de teste para o problema de testar se é anagrama, poderia ser:
case=anagrama1
input= nana
anna
output= ANAGRAMA


Esse é um caso em que é esperado que o código detecte tratar-se de anagrama e daí imprimir uma frase-chave “ANAGRAMA”. Um segundo caso-de-teste, com exemplo de NÃO anagrama, poderia ser:
case=naoanagrama1
input= nana
nada
output= NAO